Eu vim aqui...
Você me ligou eu não atendi, depois eu te liguei e você não quis atender.
Eu vim, conversar. Agora se você não é madura o suficiente pra resolver as coisas como gente grande, eu não posso fazer nada!
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Quer falar alguma coisa? Quer um pedido de desculpas? Quer pedir desculpas?
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Eu também gosto de você. Mas eu não cortei a cidade toda, nesse frio “desgramento”, vento na cara, numa hora dessas. Pra chegar aqui e ser feito de trouxa, eu não sou trouxa, só tenho a cara e o jeito.
Que coisa, sempre assim, só penso em: você você você...
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Nã não/tem nada de funk não. Estamos falando de outra coisa.
Eu sempre colocando você na frente de tudo, passando a mão na cabeça: que dó que dó...
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Isso também não vem ao caso, é outra história.
Tem que parar de criancices, chega uma hora que a gente tem que deixar de ser criança e se tornar adultos. Você não acha?
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Eu acho!...Entende, são essas coisas, muita disparidade entre nós/aspectos... As coisas não batem, há bastante diferenças sabe.
Seus pais também concordam comigo.
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Não, não estão todos contra você, cê tem que parar de achar que tudo conspira contra você.
Só queremos o seu bem. Agora... Eu to pulando do barco, chutando o balde, e... Só não quero naufragar.