Era verão de oitenta e
seis, janeiro calorento, abafado. Foi quando aportei no
mundo, o dia em que me tornei mais um Adão na terra do não!
Desde então, a procura por um sim eterno... Enfrentando a dor de lidar com os meus fascínios por este mundo fascinante.
Eu sei, entrei feito um bicão numa festa iniciada há gerações, nesse turbilhão esperançoso.
Vim me preencher com a minha essência, aquela dada a cada ser. Vim rechear o mundo com um pouco de minha presença, ser único, menos volátil e descuidado.
Vim tornar além, dar alma, ser mais que humano.
Vim deixar arte, ideias. Afinal, li em algum lugar a respeito da morte carnal, mas uma ideia... Ah, Uma ideia é imperecível!
A ideia atravessa grades, muros, paredes, quintais, campos, bairros, municípios, cidades, estados, países, continentes. E inspira e prolifera e renova e inova e faz o novo e faz de novo...
Assim preciso seguir: Criar, compor, arrastar, inflamar!
É lógico, tenho mil intenções em tudo que escrevo, e não se engane, geralmente nunca é uma coincidência. Como condutor, busco definir os caminhos a trilhar.
De todos os meus defeitos, o melhor que possuo é a franqueza. Os vocábulos saem dos meus olhos e fuzilam ou acariciam os que me circundam.
Tudo o que tenho vieram desse meu detalhe. Não poderia ser diferente, porque desde aquele dez de janeiro de oitenta e seis venho observando, flertando, aprendendo, sonhando e sentindo...
O mais admirável na condição humana é a emoção. Atinar sentido e sentimento, viver essa profusão é uma confusão que a coletividade social não suporta aceitar. Vou continuar a escrever o que os meus olhos, a minha boca e minha alma tiverem necessidade de nascer.
Desde então, a procura por um sim eterno... Enfrentando a dor de lidar com os meus fascínios por este mundo fascinante.
Eu sei, entrei feito um bicão numa festa iniciada há gerações, nesse turbilhão esperançoso.
Vim me preencher com a minha essência, aquela dada a cada ser. Vim rechear o mundo com um pouco de minha presença, ser único, menos volátil e descuidado.
Vim tornar além, dar alma, ser mais que humano.
Vim deixar arte, ideias. Afinal, li em algum lugar a respeito da morte carnal, mas uma ideia... Ah, Uma ideia é imperecível!
A ideia atravessa grades, muros, paredes, quintais, campos, bairros, municípios, cidades, estados, países, continentes. E inspira e prolifera e renova e inova e faz o novo e faz de novo...
Assim preciso seguir: Criar, compor, arrastar, inflamar!
É lógico, tenho mil intenções em tudo que escrevo, e não se engane, geralmente nunca é uma coincidência. Como condutor, busco definir os caminhos a trilhar.
De todos os meus defeitos, o melhor que possuo é a franqueza. Os vocábulos saem dos meus olhos e fuzilam ou acariciam os que me circundam.
Tudo o que tenho vieram desse meu detalhe. Não poderia ser diferente, porque desde aquele dez de janeiro de oitenta e seis venho observando, flertando, aprendendo, sonhando e sentindo...
O mais admirável na condição humana é a emoção. Atinar sentido e sentimento, viver essa profusão é uma confusão que a coletividade social não suporta aceitar. Vou continuar a escrever o que os meus olhos, a minha boca e minha alma tiverem necessidade de nascer.
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