Olhos fechados no meu particular.
Me entendo, tento;
Me cobro, preciso voltar!
Quero seriedade, quero solteirice
Longe do meu domínio. Contratempos
Um absurdo pensar em ser como querem
Vai chegar a hora que um conceito não me afetará
Mas enquanto isso... Continuo
Foge de minhas mãos, bem menos a cada dia.
Quem me dera ousar na ilustre presença?
E nesse embaraço todo, intensas gargalhadas -livre aos desejos-
Ao tom do natural, sorrir propositalmente,
achar engraçados os erros, porque são tantos.
Absurdo pensar, absurdo não tentar.
Mas insisto em engendrar realidade às fantasias.
Volto ao ciclo evolutivo
mas seria isso um começo? ou um parto? ou um feto? ou um aborto?
Entrego-me para encontrar a resposta.
Sandro Carvalho
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